domingo, 3 de abril de 2011


Felicidade não tem nome. Essa coisa da qual é chamada não é mais que o nosso instinto humano de querer dar nome ao que felizmente é indescritível, encanta a alma.

Felicidade não tem nome: quem tem é a alegria. A alegria da busca pelo nome do que se sente.

Felicidade não tem nome: tem a palavra que tenta abrigar. Tem os sorrisos, tem a grandeza.

Felicidade não tem nome: a gente chama pra acalmar o peito, pra colocar pra fora. A gente chama, porque "chamar" é como dizer pra si que existe- só que tem existências que fogem desses braços da vida. Só que tem existências que são feitas de uma grandeza que não cabe- que são feitas só pra conceder a grandeza de ser- e não mais.


R.A/ MARÇO 2011

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